De repente, ela apareceu do nada.
Quietinha, ali no seu canto
percebi que me observava. Ou
seria eu que a observava?
Meio que despretensiosa, me
mandava seus olhares de gata!!
Eu estava envolvido na mûsica,
do som que uma banda tocava.
Olhares furtivos cruzavam a
pista de dança.
Um clima de romance, ou
pelo menos de uma aventura,
pairava no ar.
Até minutos antes uma outra
mulher, a dançar na sua frente, despertava seu interesse. Mas com a chegada
dela, Ela,parecia que ali não
existia outra mulher.
Olhares desencontrados, enfim
se cruzaram, frases de galanteios
disparadas a ermo, um encontro
marcado numa danceteria próxima.
...................
Tudo foi muito rápido!!
Um papo de entrada, uma dança
entrelaçada- imaginam o que seja
isso?- beijos lambidos, mãos pelos
corpos, tensão no ar,tesão pelos
corpos...um convite prum
espumante- rejeitado- uma
promessa de um reencontro. Talvez
no dia seguinte, talvez um dia,
talvez quem sabe?!
Assim terminou aquela noite. Com
a vontade de "quero mais,
mas vai ter que esperar..."!
Algumas horas? Alguns dias?
Só o tempo dirá!
Um lugar para compartilhar o que escrevo. Escrevo para mim, para documentar o turbilhão de idéias que me assola e com vontade de saber se o que escrevo a alguém mais interessaria ler. Tal como um filho gerado, no entanto, o importante é apreciar o feito, com a alegria simplesmente por ter tido a oportunidade - e o tempo - de tê-lo feito. Ficaria incompleta, inacabada, essa minha passagem por essa dimensão, se essas linhas não escrevesse...!
terça-feira, 30 de abril de 2019
sábado, 26 de julho de 2014
Mangas e Quintais
Ao fazer meu café nesta manhã, a princípio ensolarada e agora nublada- domingo de Carnaval- degustei um bela manga, como sempre fazia quando criança, descascando-a à mão, e me lambuzando todo, chupando até o caroço.
E me vi nos meus tempos de criança, no quintal da minha casa, que tinha – até hoje, estão lá, mais de 50 anos de idade- , belas e saborosas mangueiras. Creio que a maioria, plantadas pelo meu pai, o saudoso “seu” Godofredo, como meus amigos costumavam chamá-lo.
Foi ele quem me ensinou a subir em árvores, para pegar frutas- ele, exímio escalador das mais altas copas da cidade de Campos- hoje Campos dos Goytacazes- habilidade que gostava de se gabar, com muita razão, diga-se de passagem. Dava gosto ouvi-lo falar e vê-lo subir, com tamanha facilidade, meu pai, na época, com cerca de 39-40 anos , e eu nos meus tenros 10-11 anos! Olhem só, eu, já tendo virado 60 ano passado, falando do meu pai , o “velho” , no esplendor da sua maturidade, quarentão, então! ( rima, involuntária...).
Bateu saudades do pai, da minha casa, do nosso quintal – a pequena chácara que meu pai tanto curtia ( 1000 m2 , extensão do nosso quintal, um terreno baldio que meu pai comprou, no início dos anos 70 e anexou ao terreno da nossa casa, )- e que tanto cuidou , junto com a mamãe , plantando muitas árvores frutíferas e belas palmeiras-reais (hoje, uma delas,com , provavelmente, mais de 40 metros de altura- uma hora dessas, farei a devida medição, para corroborar este dado). Bateu saudades dos dias em que subíamos árvores juntos – meu pai, meu irmão e eu – à cata das mais suculentas mangas. Temos de dois ou três tipos, me lembro de 2 : da manga-espada e da carlotinha- nem sei se são os nomes mais conhecidos , mas eram esses os nomes que aprendi com meu pai.
Esta nossa chácara era um sonho de consumo do meu pai, desde que nos mudamos para a nova casa, na rua do Gás,(nome oficial,rua dos Goytacazes, mas porque tinha um depósito de gás, lá no final da rua, bem lá longe...era mais conhecida como rua do Gás), numero 264. Quando o pai comprou a casa, me lembro bem indo vê-la, era bem feiinha, num terreno estreito e comprido – creio que 13 x 50 – mas numa rua, então tranquila, bem pertinho do campo de futebol do Goytacaz Futebol Clube e que certamente sofreria uma grande reforma. E foi o que o meu pai fez. A chácara era o terreno que ficava nos fundo da nossa casa e depois de uns 6 anos que nos mudamos, o pai a comprou e começou a fazer o seu pomar, transformando aquele terreno baldio na sua sonhada chácara.
A próxima coisa que me lembro, era já morando na casa nova, que adorávamos, e que tinha até bonde – sim, bondes, aqueles elétricos, tradicionais – passando bem na frente, o que facilitava nossos deslocamentos pro centro da cidade. Tempos bons.Sinto pena de nunca ter feito fotos desses bondes que pegávamos bem em frente de casa e que até um dia, chegou a furar uma bola de couro minha, depois de um chute mais forte do Badeco, colega de bairro. Brincávamos na pequena varanda da frente e um chute do forte Badeco – da minha idade, mas do dobro do meu tamanho- colocou a bola, não na cara do gol, mas bem na mira das rodas de ferro do bonde que passava . E aí, já viram, já era uma bola de couro ...!!!
Bem, mas estas e outras história e estórias, continuo a contar n´outra hora. Sentei aqui, só pra registrar a lembrança gostosa e saudosa que tive do meu pai e das nossas mangueiras do quintal da nossa casa, ao chupar até o caroço e me lambuzar todo, uma manga. Uma simples manga que me fez viajar no tempo. Quem disse que não podemos fazer isso- viajar no tempo ? Ou não tem memória ou não teve infância!
E me vi nos meus tempos de criança, no quintal da minha casa, que tinha – até hoje, estão lá, mais de 50 anos de idade- , belas e saborosas mangueiras. Creio que a maioria, plantadas pelo meu pai, o saudoso “seu” Godofredo, como meus amigos costumavam chamá-lo.
Foi ele quem me ensinou a subir em árvores, para pegar frutas- ele, exímio escalador das mais altas copas da cidade de Campos- hoje Campos dos Goytacazes- habilidade que gostava de se gabar, com muita razão, diga-se de passagem. Dava gosto ouvi-lo falar e vê-lo subir, com tamanha facilidade, meu pai, na época, com cerca de 39-40 anos , e eu nos meus tenros 10-11 anos! Olhem só, eu, já tendo virado 60 ano passado, falando do meu pai , o “velho” , no esplendor da sua maturidade, quarentão, então! ( rima, involuntária...).
Bateu saudades do pai, da minha casa, do nosso quintal – a pequena chácara que meu pai tanto curtia ( 1000 m2 , extensão do nosso quintal, um terreno baldio que meu pai comprou, no início dos anos 70 e anexou ao terreno da nossa casa, )- e que tanto cuidou , junto com a mamãe , plantando muitas árvores frutíferas e belas palmeiras-reais (hoje, uma delas,com , provavelmente, mais de 40 metros de altura- uma hora dessas, farei a devida medição, para corroborar este dado). Bateu saudades dos dias em que subíamos árvores juntos – meu pai, meu irmão e eu – à cata das mais suculentas mangas. Temos de dois ou três tipos, me lembro de 2 : da manga-espada e da carlotinha- nem sei se são os nomes mais conhecidos , mas eram esses os nomes que aprendi com meu pai.
Esta nossa chácara era um sonho de consumo do meu pai, desde que nos mudamos para a nova casa, na rua do Gás,(nome oficial,rua dos Goytacazes, mas porque tinha um depósito de gás, lá no final da rua, bem lá longe...era mais conhecida como rua do Gás), numero 264. Quando o pai comprou a casa, me lembro bem indo vê-la, era bem feiinha, num terreno estreito e comprido – creio que 13 x 50 – mas numa rua, então tranquila, bem pertinho do campo de futebol do Goytacaz Futebol Clube e que certamente sofreria uma grande reforma. E foi o que o meu pai fez. A chácara era o terreno que ficava nos fundo da nossa casa e depois de uns 6 anos que nos mudamos, o pai a comprou e começou a fazer o seu pomar, transformando aquele terreno baldio na sua sonhada chácara.
A próxima coisa que me lembro, era já morando na casa nova, que adorávamos, e que tinha até bonde – sim, bondes, aqueles elétricos, tradicionais – passando bem na frente, o que facilitava nossos deslocamentos pro centro da cidade. Tempos bons.Sinto pena de nunca ter feito fotos desses bondes que pegávamos bem em frente de casa e que até um dia, chegou a furar uma bola de couro minha, depois de um chute mais forte do Badeco, colega de bairro. Brincávamos na pequena varanda da frente e um chute do forte Badeco – da minha idade, mas do dobro do meu tamanho- colocou a bola, não na cara do gol, mas bem na mira das rodas de ferro do bonde que passava . E aí, já viram, já era uma bola de couro ...!!!
Bem, mas estas e outras história e estórias, continuo a contar n´outra hora. Sentei aqui, só pra registrar a lembrança gostosa e saudosa que tive do meu pai e das nossas mangueiras do quintal da nossa casa, ao chupar até o caroço e me lambuzar todo, uma manga. Uma simples manga que me fez viajar no tempo. Quem disse que não podemos fazer isso- viajar no tempo ? Ou não tem memória ou não teve infância!
sábado, 14 de setembro de 2013
ACORDEI MÚSICO E POETA...
ACORDEI MÚSICO E POETA...
ACORDEI MÚSICO E POETA, AO LEVANTAR
E SEM SER NEM UM NEM OUTRO
VIAJEI NOS ACORDES DO ROCK
E UMA POESIA...POESIA(?)...OUSEI TENTAR
ACOMPANHANDO COM A MINHA CONGA...
DO MEU JEITO, TENTANDO NÃO ESTRAGAR O QUE OUVIA
CURTINDO UMA ONDA
MERGULHEI NOS POEMAS DE CRUZ E SOUSA,
BAUDELAIRE (quem diria ...?)
DO LEMINNSKI, “SAMURAI MALANDRO”
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
E DO MÁRIO QUINTANA...
ESSES TRÊS ÚLTIMOS, MEUS PREFERIDOS
DE QUEM SOU FÃ DE CARTEIRINHA,
TIETE DE MENTIRINHA
NÃO SENDO NEM UM NEM OUTRO, EMBORA O OUTRO
TENTO, ENSAIO SER
FIZ DA MINHA MANHÃ DE SÁBADO, ENSOLARADA
NA ILHA DA MAGIA, APRECIANDO A LAGOA DA CONCEIÇÃO,
MAIS ALEGRE, MAIS BELA, POR QUE NÃO, MAIS ENCANTADA.
PORQUE ASSIM QUIS, AOS EMBALOS DO ROCK, MINHA VIDA MUSICAR
INTROMETENDO-ME NA PERCUSSÃO( PERCUSSIONISTA SEM PLATEIA, QUE BOA IDEIA...)
PEDINDO LICENÇA A ESSES MESTRES DA POESIA, PARA AQUI ELOGIÁ-LOS, REVERENCIÁ-LOS
ATREVENDO-ME ESTES VERSOS...VERSOS(?)... ENSAIAR
Lagoa da Conceição
Florianópolis, SC, Brasil
14 de setembro de 2013
ACORDEI MÚSICO E POETA, AO LEVANTAR
E SEM SER NEM UM NEM OUTRO
VIAJEI NOS ACORDES DO ROCK
E UMA POESIA...POESIA(?)...OUSEI TENTAR
ACOMPANHANDO COM A MINHA CONGA...
DO MEU JEITO, TENTANDO NÃO ESTRAGAR O QUE OUVIA
CURTINDO UMA ONDA
MERGULHEI NOS POEMAS DE CRUZ E SOUSA,
BAUDELAIRE (quem diria ...?)
DO LEMINNSKI, “SAMURAI MALANDRO”
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
E DO MÁRIO QUINTANA...
ESSES TRÊS ÚLTIMOS, MEUS PREFERIDOS
DE QUEM SOU FÃ DE CARTEIRINHA,
TIETE DE MENTIRINHA
NÃO SENDO NEM UM NEM OUTRO, EMBORA O OUTRO
TENTO, ENSAIO SER
FIZ DA MINHA MANHÃ DE SÁBADO, ENSOLARADA
NA ILHA DA MAGIA, APRECIANDO A LAGOA DA CONCEIÇÃO,
MAIS ALEGRE, MAIS BELA, POR QUE NÃO, MAIS ENCANTADA.
PORQUE ASSIM QUIS, AOS EMBALOS DO ROCK, MINHA VIDA MUSICAR
INTROMETENDO-ME NA PERCUSSÃO( PERCUSSIONISTA SEM PLATEIA, QUE BOA IDEIA...)
PEDINDO LICENÇA A ESSES MESTRES DA POESIA, PARA AQUI ELOGIÁ-LOS, REVERENCIÁ-LOS
ATREVENDO-ME ESTES VERSOS...VERSOS(?)... ENSAIAR
Lagoa da Conceição
Florianópolis, SC, Brasil
14 de setembro de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Banalidades e Elocubrações !
Banalidades
Ban
Ali
Da
Des ?
Bom
Dali
Da
Des ?
Que
Tal
Lá
Te
Ver ?
Pra
Lá
De
Marra
Queres ?
Elo
CuBr
Ações !!!
Ban
Ali
Da
Des ?
Bom
Dali
Da
Des ?
Que
Tal
Lá
Te
Ver ?
Pra
Lá
De
Marra
Queres ?
Elo
CuBr
Açõ
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